* SONS QUE CURAM *
Duvida? É só aguçar os sentidos - principalmente
a audição - para perceber que, realmente, não há
exagero na afirmação de que quem canta seus males
espanta. Se você assistiu ao filme O Pequeno Buda,
do cineasta italiano Bernardo Bertolucci, certamente
se recordará do vozeirão feito pelos monges na hora da
meditação. Pois é, trata-se do que os estudiosos
chamam de 'harmônicos', sons presentes em várias
culturas - das flautas dos índios brasileiros aos cantos
gregorianos dos monges ocidentais. É um verdadeiro
arco-íris da voz, que proporciona vibração elevada.
Ao entoá-lo ou escutá-lo, a pessoa faz duas coisas:
refina sua percepção do processo de respiração e de seus
próprios ritmos, como as batidas do coração, ficando
naturalmente mais calma; e promove uma conexão interna
- já que o ato de cantar é uma meditação em si - que
melhora o relacionamento consigo mesma e, por extensão,
com os outros. 'Como se não bastasse, já estudos que
comprovam que esses sons especiais massageiam suavemente
o cérebro, recarregando-o. Com apenas dois meses de
trabalho as mudanças já são evidentes, é impossível
não sentir a diferença', garante Silvia.
Duvida? É só aguçar os sentidos - principalmente
a audição - para perceber que, realmente, não há
exagero na afirmação de que quem canta seus males
espanta. Se você assistiu ao filme O Pequeno Buda,
do cineasta italiano Bernardo Bertolucci, certamente
se recordará do vozeirão feito pelos monges na hora da
meditação. Pois é, trata-se do que os estudiosos
chamam de 'harmônicos', sons presentes em várias
culturas - das flautas dos índios brasileiros aos cantos
gregorianos dos monges ocidentais. É um verdadeiro
arco-íris da voz, que proporciona vibração elevada.
Ao entoá-lo ou escutá-lo, a pessoa faz duas coisas:
refina sua percepção do processo de respiração e de seus
próprios ritmos, como as batidas do coração, ficando
naturalmente mais calma; e promove uma conexão interna
- já que o ato de cantar é uma meditação em si - que
melhora o relacionamento consigo mesma e, por extensão,
com os outros. 'Como se não bastasse, já estudos que
comprovam que esses sons especiais massageiam suavemente
o cérebro, recarregando-o. Com apenas dois meses de
trabalho as mudanças já são evidentes, é impossível
não sentir a diferença', garante Silvia.
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